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Epilepsia em cães: Fique bem informado sobre a doença

Postado dia 9 de julho de 2018 por



Você sabia que os cães têm doenças muito semelhantes ou, muitas vezes, iguais as dos seres humanos? Um exemplo é a epilepsia. Essa patologia atinge em grande escala os caninos, principalmente os cães de raça pura, tendo uma menor incidência em cães sem raça definida (SRD). Essa doença pode ter várias causas e sintomas, e também pode adquirir vários níveis. Ela é, basicamente, uma ação anormal das descargas elétricas que o cão tem no cérebro, e causam espasmos e convulsões. É importante ressaltar que um quadro convulsivo não necessariamente representa epilepsia, pois existem doenças que levam a casos isolados de convulsão. Por isso a avaliação do médico veterinário é tão importante para o diagnóstico correto.

A epilepsia pode ser de origem primária (genética) ou secundária (adquirida). A causa primária, também chamada de origem genética, surge normalmente no cão na sua fase adulta, entre dois a cinco anos de idade. Já a causa secundária, também chamada de origem adquirida, é a mais comum e ocorre devido a presença de tumores cerebrais, ingestão de substâncias tóxicas, doença bacteriana, ou traumatismos na cabeça, ocorridos, principalmente, em atropelamentos.

Os sinais clínicos dessa enfermidade são bem clássicos e de fácil percepção pelo tutor. Normalmente ocorre a alteração de comportamento e humor do Pet, e ele também pode ficar mais agressivo com as pessoas de casa e apresentar agitação. De um modo geral, os cães também apresentam como sintomas: Salivar bastante, desmaios esporádicos, tremores fortes e movimentos de pedalagem dos membros (normalmente quando voltam da crise não reconhecem o dono e tendem a atacá-lo) e pequenos espasmos durante o dia.

O diagnóstico deve ser feito apenas pelo veterinário, após uma avaliação minuciosa. Em hospitais veterinários e em grandes clínicas, ainda pode ser utilizado como apoio ao diagnóstico mais preciso, o exame de tomografia computadorizada.

O tratamento é feito com medicamentos específicos para o controle das crises. Na maioria dos casos, o medicamento tem que ser administrado durante toda a vida do Pet. O cão leva uma vida totalmente normal se medicado corretamente.

Ter um animal com epilepsia em casa exige alguns cuidados especiais, como nunca esquecer de administrar o medicamento no horário correto e em caso de crises convulsivas, evitar que o cão fique em local que pode o machucar, como pedras, arames, próximo a objetos pontiagudos e etc.

Saiba mais em: http://portaldodog.com.br/cachorros/saude/epilepsia-em-caes/

http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/epilepsia-canina/

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